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Assembleia-geral 30NOV2017

Esperamos uma participação em massa… crescemos com um passinho de cada vez!

Confirma a presença! Está garantido o transporte!

Fica para almoçar! A família cada vez está maior!

Juntos vamos longe.

SVCP #todosalisboa

No próximo dia 12 do corrente mês, vai-se realizar uma manifestação dos profissionais da Polícia de Segurança Pública em Lisboa. 
A União de Sindcatos da PSP (USP) da qual o Sindicato Vertical de Carreiras da Polícia faz parte, irá marcar a sua presença.

Assim, apelamos a todos os dirigentes, delegados e associados para que estejam presentes.

Em conformidade com a decisão do SVCP, é obrigatório que todos os Delegados e Dirigentes usem o seu crédito e folga sindical.

Todos devem ler o mail que foi enviado.

Candidatura a delegado

Exmo. Associado do SVCP
Conforme o estipulado na Assembleia Geral, realizada no dia 16 de Março de 2017, venho por este meio enviar documento com candidatura a DELEGADO SINDICAL, a ser afixado nos departamentos policiais, onde exista representatividade do SVCP.
As candidaturas serão aceites até às 23H59 do dia 21 de Março de 2017.

Solicita-se aos delegados sindicais, que no dia 22 de Março de 2017, remetam documento digitalizado, para o email do sindicato e dirigido ao Presidente da Assembleia Eleitoral.

Junto se anexa documento com Normas Eleitorais, para terem conhecimento como se irá realizar o ato eleitoral no dia 31 de Março de 2017.

Em tempo serão indicados quais os departamentos onde se realizara o respetivo ato eleitoral.

Nota: Nos departamentos onde só existir um delegado do SVCP e único associado, este também deve candidatar-se no referido documento anexo.

Atenção: Senhores dirigentes e delegados do SVCP, como todos sabem, no dia 28 de Março de 2017 esta Direção cessa funções até à tomada de posse da nova Direção, eleita no dia 31 de Março de 2017, pelo que, a partir do dia 28 de Março ninguém pode utilizar qualquer crédito sindical.

Com os melhores cumprimentos,
Presidente da Mesa da Assembleia Geral

Josué Ribeiro

PSP do Porto pede reforço urgente de efetivos. Comandante diz que já não consegue “fazer omeletas sem ovos”.

O comandante metropolitano do Porto da PSP alertou esta terça-feira para a necessidade urgente de reforço de efetivos daquela polícia, que tem menos agentes que em 2000 e já não consegue “fazer omeletas sem ovos”.
“É no potencial e capital humano que sentimos os nossos maiores constrangimentos. Desde 2012 o Comando Metropolitano da PSP do Porto perdeu mais de 200 agentes, ou seja, é como se de repente tivéssemos encerrado mais de dez esquadras”, afirmou Miguel Mendes durante a cerimónia comemorativa do 149.º aniversário daquela estrutura policial.
Salientando que o efetivo da PSP do Porto “é hoje inferior ao total do ano 2000”, estando no nível mais baixo desde então, o responsável diz sentir “cada vez mais dificuldade em corresponder às solicitações dos autarcas, das autoridades judiciárias e dos cidadãos”, sendo permanentemente necessário “fazer gestão de prioridades, até para ocorrências a que há uns anos acudia sem sobrecargas”.
“Mesmo o nosso efetivo da Força Destacada da Unidade Especial de Polícia, que deveria ser uma unidade de reserva, está em sobrecarga permanente, mostrando que também nessa perspetiva carecemos de revisão e reforços dos seus efetivos”, notou.

De acordo com Miguel Mendes, foi já anulado “todo o ganho que possa ter sido alcançado com a reorganização do dispositivo do Porto” operada há alguns anos, que levou ao encerramento de 11 locais de atendimento, sendo que, em contrapartida, cada vez mais a polícia é solicitada “para prevenção e proximidade, para cooperação e projetos especiais e para a intervenção criminal”.

“A nossa capacidade de fazer omeletas sem ovos está a esgotar-se”, alertou, referindo que, adicionalmente, “algumas instituições” fazem “sistemáticas tentativas” para “impor” à PSP “obrigações” que não são suas.

E, se nos últimos cinco anos “a criminalidade geral apresenta tendência para diminuir e a criminalidade violenta e grave tem propensão para decrescer”, o facto é que em 2015 houve “um aumento de cerca de 3% de ocorrências, sendo que a criminalidade violenta e grave aumentou cerca de 8%”, tendo sido realizado “mais 9% de detenções”.

Segundo o comandante da PSP do Porto, em 2015 registaram-se quase 100.000 acionamentos de carros-patrulha, o que corresponde a 274 por dia e 11 por hora, tendo sido realizadas quase 8.500 operações planeadas, correspondentes a cerca de 79 operações por mês em cada um dos nove concelhos abrangidos por aquele comando metropolitano.

A estes números somam-se 4.300 operações preventivas de segurança e fiscalização rodoviária, quase 40 por mês em cada concelho, e mais de 2.300 operações de fiscalização a estabelecimentos hoteleiros e similares, no âmbito das armas e explosivos e da segurança privada.

No que se refere à estrutura de investigação criminal, em 2015 concluiu mais de 8.600 cartas precatórias, quase 720 por mês, e mais de 11.200 processos-crime, quase 1.000 por mês.

No total, esta polícia técnica realizou nesse ano mais de 713 buscas das quais resultou a apreensão de “mais de meio milhão de euros em dinheiro” e de “mais de 100 viaturas, de 200 armas e de 700 detenções”. Fez ainda perto de 2.800 inspeções judiciárias a locais de crime com 900 recolhas positivas, das quais resultou a identificação de 200 suspeitos.

Analisando os dados do primeiro semestre deste ano, Miguel Mendes disse que “a criminalidade violenta e grave recuou 24%, ainda que o número de detidos tenha descido perto de 9%”.

Para além da falta de efetivos, o responsável policial apontou ainda as “dificuldades” sentidas pela PSP do Porto ao nível de instalações: “Há anos que se reportam os problemas da Bela Vista; continuamos com as incompletas instalações da Divisão de Trânsito, temos uma degradação assinalável e contínua do edifício de Oliveira do Douro, temos esquadras inadequadas…”, referiu.

Constrangimentos orçamentais” levam governo a chumbar 500 novos polícias”

O ministro das finanças travou o prometido concurso para a formação de 800 polícias. Mário Centeno só autoriza a entrada de 300, deixando de fora 500 que já estavam em fase de pré-formação.O processo estava há meses na secretária do ministro das finanças e tinha de sair até 9 de setembro, data em que termina o concurso previsto pela portaria emitida pelo anterior governo, em 2014, sob pena de a polícia ter de reiniciar o processo de candidaturas.

A notícia é avançada pelo Correio da Manhã que conta que os 800 candidatos a este curso de formação fazem parte de uma bolsa formada pela PSP com concorrentes aos dois anteriores concursos. Os 500 candidatos que agora ficam de fora já tinham sido aprovados nas provas de seleção. Questionada pelo jornal, a Direção Nacional da PSP não quis comentar a decisão de Mário Centeno.

À TSF, já esta manhã, o gabinete do ministro confirma que devido a “constrangimentos orçamentais” aprovou, no início de agosto, o procedimento para formar e admitir 300 novos agentes da PSP.

O envelhecimento do efetivo da PSP tem sido motivo de preocupação por parte de vários responsáveis. Há cerca de um mês foi o próprio diretor nacional deste órgão quem alertou o primeiro-ministro de que 25% do efetivo (cerca de 5 mil elementos) vai deixar a polícia nos próximos 5 anos.

Esta semana o comandante metropolitano da PSP do Porto afirmou que o efetivo nesta cidade é inferior ao do ano 2000.

O Ministério das Finanças já confirmou o chumbo, garantiu ao Correio da Manhã que a decisão foi tomada no início do mês e que se deve a constrangimentos orçamentais.

De acordo com o portal do recrutamento da PSP, os 300 elementos selecionados para o 13º curso de formação de agentes vão ser contactados por correio eletrónico, para declararem se estão interessados. O prazo termina a 16 de agosto.

Atualmente a PSP já tem em funções 300 novos agentes, que terminaram o curso em 2015, outros 500 formandos que terminaram, o curso este ano estão a estagiar em comandos de todo o país.

Os patrulheiros são os nossos anjos da guarda

São os patrulheiros que passam noites ao frio e à chuvaAndam dias inteiros sem descansar e sem parar

E muitas das vezes distantes de quem amam

Protegem por vezes aqueles que nem merecem

Muitas vezes escutam o que não merecem

e vêm coisas que nem nós sonhamos

Eles dão a cara e a vida pelo país e por nós

Saem de casa sem saber se regressam

Também choram,também sofrem mas sempre firmes!
Os patrulheiros são verdadeiros anjos da guarda

protegem-nos do crime e da criminalidade

defendem-nos do perigo ,da violência e da desordem

dão a própria vida por nós se preciso for

fazem correrias loucas a perseguirem criminosos

correm perigos mil a combaterem o crime

entregam a vida a Deus nos tiroteios e desordens

apenas contam com a propria determinação e coragem

e obrigam-se a terem sangue frio,e a serem destemidos!
E mesmo quando não tem reforços ou estes se demoram

não viram costas as ocorrências e enfrentam-nas com coragem

e muitas vezes quando o apoio chega ja tudo esta controlado

Os patrulheiros com tão pouco,são capazes de muito mais

são decididamente os anjos que nos protegem 24 horas

quer nas ruas,esquadras,aeroportos, hospitais e outros lugares

tudo fazem para que possamos andar em segurança

e sem medo de sermos vitimas de crimes e violência!

Manifestação para setembro 2016

Comunicado do SVCP

“Ontem, reuniram-se os Sindicatos da Polícia de Segurança Pública para entre todos e conjuntamente debatermos e agendarmos formas de protesto contra a inatividade da Direção Nacional em relação a matérias transversais a todos os profissionais e estruturantes para a nossa instituição.
Assim, ficou acordado a exigência dos seguintes aspectos:

Que seja criada e publicada a Lista de Antiguidades, por categorias, na PSP;

Que seja anunciada a Listagem dos Pedidos de Passagem à Pré-Aposentação; 

Que seja anunciada e publicitada a Lista dos Pedidos de Mobilidade entre Comandos, com a antecedência exigida e a previsibilidade da mesma mobilidade;

Que sejam abertos procedimentos concursais para a ocupação de vagas nas carreiras de oficiais, chefes e agentes;

Que seja iniciada com caráter de urgência a convocação dos candidatos admitidos ao curso formação de Agentes e que se inicie a sua formação;

Que a Caixa Geral de Aposentações deixe de aplicar o fator de sustentabilidade aos profissionais da PSP aquando da sua passagem à aposentação;

Que seja efetuada a aquisição de fardamento em quantidade e de qualidade para que os profissionais da PSP o possam adquirir;

Que seja iniciada, urgentemente, a remodelação,construção de Esquadras , aquisição de viaturas para a renovação da frota e a aquisição de material informático para fazer face às necessidade do serviço operacional.

Os profissionais da PSP estão fartos e cansados de esperar por soluções para os seus problemas.

Fomos pacientes e diligentes mas há uma altura em que se deve dizer BASTA.

Os Sindicatos da PSP, acordaram, caso não haja solução e resposta a estas reivindicações, manifestarem-se junto da Direção Nacional.

A manifestação terá lugar durante o próximo mês de Setembro.”

Fim citação.

Visita ao CM Lisboa e ao CD Setúbal

Depois de três dias em que efetuamos uma série de visitas a varias Esquadras Policiais de dois dos maiores Comandos Policiais de Portugal (Lisboa e Setúbal) ficam-nos algumas ideias muitos concretas sobre o atual estado dos mesmos.

Nestes contatos privilegiamos a recolha de informações junto dos profissionais da Policia que ali trabalham.

O nosso principal objetivo era, in loco, conhecer a realidade destes dois grandes Comandos de Polícia, com índices de criminalidade diferentes dos restantes Comandos e com uma criminalidade mais violenta e complexa que exige um grande empenho de todos, desde Comandantes a Agentes.

Visitamos várias instalações/esquadras/divisões policiais, contactamos com Agentes, Chefes e Oficiais e de todos ouvimos vários discursos.

Desde já o nosso agradecimento ao Sr. Comandante Distrital de Setúbal e ao Sr. Comandante da Divisão Policial de Oeiras pelo empenho e simpatia que nos dedicaram.

Desta “visita” retemos alguns fatores primordiais, desde a falta de pessoal, a falta de meios (informáticos, auto) e de infraestruturas dignas para os profissionais da PSP e para todos que se dirigem para pedir o auxilio/ajuda na resolução de inúmeros problemas.

Visitamos Esquadras que nem sequer abertas e em funcionamento deveriam se encontrar de tão más serem…degradante é uma palavra simpática para as descrever.

Assistimos a discursos motivados e motivadores, a discursos de desilusão e desânimo, mas todos com uma enorme vontade de servir o bem publico.

Falamos com Oficiais empenhados em melhorar as condições de trabalho dos Agentes e assistimos a um discurso de um oficial que nem sequer deveria ter aberto a boca, desmotivado, desinteressado e sem qualquer vontade de ajudar os seus agentes, preocupando-se unicamente consigo….enfim (ainda bem que foi uma exceção).

Deste périplo pelos Comandos de Lisboa e Setúbal vai ser elaborado um relatório que irá ser enviado para o Sr. Diretor Nacional, Sr.ª Ministra do MAI e IGAI.

Agradecemos, desde já, a todos a forma como se disponibilizaram para falar e partilhar as suas realidades.